Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Happy Halloween


Lembras-te amor, qual é o nome dele?   ;-)




Hero







Como um livro,
Que não sabes o final,
E se assusta o que lês, assim a vida é.

Quando nasces, já te expõem à dor,
E aos poucos e com valor, conseguirás crescer.

E como um livro, o coração
Nos ensina que há temor
Que há fracassos e maldade,
Que há batalhas pra ganhar.
Em cada página o amor
Nos transforma em lutador,
E descobres o comum:
Não há herói como tu.

São muito poucos, que se arriscam por amor,
Mas você tem a fé, e isso é tudo.

Não acredite que viver é aprender,
Que hoje não há nada pra temer, se crês em ti.

E como um livro, o coração
Nos ensina que há temor
Que há fracassos e maldade,
Que há batalhas pra ganhar.
Em cada página o amor
Nos transforma em lutador,
E descobres o comum:
Não há herói como tu.

Só Deus, sabe onde e quando
A vida nos dirá: tens feito o correcto.

Só,como em um sonho, só saberás
Saberás como vencer.

E como um livro, o coração
Nos ensina que há temor
Que há fracassos e maldade,
Que há batalhas pra ganhar.
Em cada página o amor
Nos transforma em lutador,
E descobres o comum:
Não há herói como tu.
Não há herói como tu...

Reinvenção






As horas passam... os minutos ... os segundos... os dias sucedem-se... os meses seguem os seu curso e desvanecem-se num ano... o diagnostico mantém-se em suspense e os devastadores efeitos dos duros tratamentos mantêm-se, prolongam-se sem se apagarem no tempo.

De um momento para o outro a linha da vida fica suspensa num limbo de impossíveis, de “ses”, de “mas”, de tentativas, de experiencias e de longas esperas. Tentamos, experimentamos e esperamos algo... esperamos...

A ansiedade cresce, a esperança dança entre uma ou outra palavra dita numa nuvem negra de termos eloquentes. Aprendem-se nomenclaturas desconhecidas que com o tempo passamos a discursar com a facilidade de verdadeiros sábios.

Somos transportados para todo um novo mundo a que de repente chamamos quase de casa, chamamos quase de lar, um lugar onde encontramos novo alento num labirinto imenso de novas caras, cheiros que reconhecemos, sons familiares, texturas que nos bastam de aconchego quase com ternura.

Existe um local dentro de mim onde encontro alguma paz, alguma calma e onde adormeço os sentidos e a consciencia abranda...

O que se vive passou agora para uma nova dimensão, renascemos numa mesma pele e reinventamo-nos num mesmo eu, somos apenas o que somos e nem nós mesmos podemos dominar essa força, desdobramo-nos em energia e vontade que desconheciamos conter, agarramos o mundo inteiro numa gota apenas e somos um pequenino grão de areia num imenso deserto ou uma grande e brilhante estrela num universo por inventar.

Inventores de nós mesmos, abraçamos um novo dia que desponta cada manhã, que olhamos de frente com um novo mesmo olhar, enfrentamos o mundo que nos pesa, que nos olha com piedade, que nos discrimina, que nos afasta, mundo ao qual viramos as costas disfarçando o seu pesar.

Estendemos a mão á vida que continua a correr vertiginosamente, como se de um filme se tratasse, sem descansar tentando acompanhá-la, sorrimos esquecendo o que vamos deixando pelo caminho guardando no coração o maior e na alma o melhor.

Na realidade reconhecemos apenas o amor, sentimento maior e verdadeiro que alcançamos e acarinhamos sobrepondo-nos ao mal maior, somos herois invisiveis e sobreviventes de uma luta contra a ceifa a qual nos recusamos acompanhar.

domingo, 30 de outubro de 2011

Wuthering Heights



http://aherancadosmalditos.blogspot.com/2011/04/q.html






O conto intemporal de amor e paixão escrito por Emily Bronte ganha vida nesta comovente versão para cinema interpretada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes.
Filmado em exteriores naturais no Yorkshire, esta é a primeira versão para cinema a apresentar a história completa de Bronte de duas gerações das famílias Earnshaw e Linton, à medida que as suas vidas e os seus destinos se cruzam numa complexa teia, dominada pela relação passional entre os amantes amaldiçoados Heathcliff e Cathy.
Fiennes oferece uma dinâmica interpretação como Heathcliff e Binoche é arrebatadora no duplo papel de Cathy Earnshaw e Catherine Linton, num filme que capta todo o poder do romance clássico.

sábado, 29 de outubro de 2011

O Vento





Esta Manhã Encontrei o Teu Nome






Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.

No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida

foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama

e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.


Maria do Rosário Pedreira

O Amor e o Poder





sexta-feira, 28 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei






Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei é um livro do escritor brasileiro Paulo Coelho, lançado em 1994.
Numa história de amor estão os mistérios da vida. Pilar e seu companheiro conheceram-se na infância, afastaram-se na adolescência, e - onze anos depois - tornam a se encontrar. Ela, uma mulher que a vida ensinou a ser forte e a não demonstrar seus sentimentos. Ele, um homem capaz de fazer milagres, que busca na religião uma solução para os seus conflitos.
Os dois estão unidos pela vontade de mudar, de seguir os próprios sonhos, de encontrar um caminho diferente. Para isto, é preciso vencer muitos obstáculos interiores: o medo da entrega, a culpa, os preconceitos. Pilar e seu companheiro resolvem viajar até uma pequena aldeia nas montanhas - e trilhar o difícil caminho de reencontro com a própria verdade.
"Quem ama venceu o mundo, não tem medo de perder nada. O verdadeiro amor é um ato de entrega total. Este livro trata da importância dessa entrega. Pilar e seu companheiro são personagens fictícios, mas símbolos dos muitos conflitos que nos acompanham na busca da Outra Parte. Cedo ou tarde, temos que vencer nossos medos ? já que o caminho espiritual se faz através da experiência diária do amor."
"É preciso correr os riscos. só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
todos os dias Deus nos da junto com o sol - um momento que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes.
Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e sera igual a amanhã. Mas quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silênciologo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais.
Este momento existe - um momento em que toda a força dasa estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
A felicidade as vezes é uma benção, mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.
vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões - mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para tráscom orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos.Porque este talveznão se deceocione nunca, nem tenha desilusões, nem "sofra" como aqueles que tem um sonho a seguir.
Mas quando olhar para trás - porque sempre olhamos para tras - vai escutar seu coração dizendo :'o que fizeste com os talentos que teu mestre te confiou?'
Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. "Então esta é tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida"
Pobre de quem escuta estas palavras. porque então acreditara em milagres, mas os instantes magicos da vida já terão passado."

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Home





A Nossa Mística Serra de Sintra


Tenho saudades dos nossos passeios, diurnos e nocturnos e dos caminhos que descobriamos, dos momentos em que simplesmente nos deixámos ficar no carro, parados a apreciar a inebriante e mistica paisagem.
Preciso daquele ar, daquela mistica, dá-me vida.
(Fico sem mais palavras meu amor...)





















segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Voltar a sentir o paladar e o olfacto

Actos tão simples, tão banais, pequenos gestos aos quais nem sempre damos valor... mas acreditem fazem muita falta, muita mesmo... :-)














domingo, 23 de outubro de 2011

Telepatia








Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria da tua alma
Passo a passo, sem ter medo
Abrímos, soltámos o nosso segredo

E a sorrir, devorámos o mundo
Num abraço tão profundo

Telepatia, sem contratempo
Deixei-te um dia, num desalento
E eu sonhava, existia
P'ra sempre, p'ra sempre foi pura poesia

Sem pensar não vi que passavas
Pelo meu corpo não ficavas

Telepatia...

"Minha querida, eu soube sempre
Eu já sabia que te ia conhecer
Minha querida, era fatal
Fiz tanta força para isto acontecer
És tão bonita, meu amor
Não te queria perder"

"Já sei, adivinho o que estás a pensar
Vim do outro lado do mar
Talvez um dia volte, não sei
Mas penso em ti, acredita
Adivinhei-te em segundos
Quando juramos eternidade"

E a sorrir, devorámos o mundo
Num abraço tão profundo

Telepatia, silêncio, calma
Feitiçaria da tua alma

Amo os Teus Defeitos




Amo os teus defeitos, e tantos
eram, as tuas faltas para comigo
e as minhas; essa ênfase
de rechaçar por timidez; solidão
de fazer trepadeiras, agasalhos
para velhos, depois para netos;
indulgência de plantar e ver
o crescimento da oliveira do paraíso,
carregada de flores persistentemente
caducas; essa autoridade, irremediável
desafio; e a astúcia
de termos ambos quase a mesma cara.

António Osório, in 'A Ignorância da Morte'

sábado, 22 de outubro de 2011

Mina De S. Domingos



http://aherancadosmalditos.blogspot.com/2010/11/dos-lugares-malditos-mina-de-sao.html



Tantas foram as fotos que tirámos que foi muito dificil seleccionar algumas.
Que saudades dos muitos amigos que por lá deixámos e dos bons momentos que lá passámos...  :-)























sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cidade dos anjos






Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão. O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Um Sonho... Um Segredo...







Seguindo pelo caminho já tão familiar, reconhecendo cada curva, cada pedra, eis que me encontro novamente com o Grande Carvalho.
Árvore Sagrada, frondoso, gigante, ainda hoje me impressiono ao olha-lo. Toco o seu tronco, sinto a textura da casca que o cobre. Como quem faz uma vénia baixo-me, sento-me, encosto-me e abraço as suas raizes rugosas sentindo a seiva que corre dentro delas. Fecho os olhos, ouço o som do vento nas suas folhas fortes, trazem palavras de outros tempos, segredos esquecidos, deixo-me voar ao encontro deles...

"... – UM é para a Fonte, a Origem Divina, inominável, desconhecida, para além da percepção.
- DOIS é para o Deus e a Deusa, macho e fêmea, luz e trevas, todos os opostos que se encontram e se separam e se juntam novamente.
- TRÊS é para a criança Divina que nasce da sua união, e três são os rostos da Deusa que dá vida ao mundo.

Ainda lembro as palavras ditadas no tempo em que era apenas uma donzela, no tempo em que era apenas uma aprendiz de sacerdotisa. Agora carregava sobre mim o peso de alta sacerdotisa e carregava dentro de mim uma semente de ti...

...Era a noite em que se acendiam as fogueiras de Beltane, os festivais em que homens e mulheres se deitavam juntos para trazer o poder do Senhor e da Senhora ao mundo, só as sacerdotisas com votos de celibato para preservação dos poderes mágicos superiores ficavam á parte. Como alta sacerdotisa cabia-me a mim a abertura da celebração, cabia-me a mim receber o Óraculo contendo em mim os poderes da vidência.
Eras um romano de visita á nossa aldeia druida, trazias em ti um mundo que para mim era desconhecido e olhavas o meu com respeito e curiosidade.

As fogueiras dominavam a noite. Vi-te á luz das labaredas, tão altivo, seguro de ti, lindo e determinado. Os nossos olhos fixaram-se e aproximaste-te. As tuas mãos tocaram as minhas sem pronunciarmos palavras... não era necessário. Haviamo-nos reconhecido. Afastámo-nos para longe da multidão. Em silêncio entreguei-me a ti, entreguei-me ao que me estava destinado mesmo sabendo que pela minha lei isso me estava interdito. Não importava. Sabia com todas as forças do meu ser que a Deusa mo permitia. Sabia que a Deusa assim mo destinava...

... Agora e prestes a trazer ao mundo uma parte de ti senti a tua mão agarrar a minha e acariciar a minha face num gesto de temor. Num último esforço dei á luz depositando nas tuas mãos o fruto do nosso amor proibido. Cortaste o cordão que nos unia e olhaste para mim. Com as lágrimas a percorrerem a tua face murmuraste:
- É uma menina. A nossa menina!
Envolta em panos brancos olhei o tesouro que me estendias. Puxei-te para mim e abracei-vos aos dois. Com o coração despedaçado reuni forças para te dizer:
- Agora deves de partir. Devem partir os dois!
Olhando a lua saboreei o amargo da vossa partida. Terias de criar a nossa filha sem mim. Entreguei nas tuas mãos o meu maior tesouro, o nosso maior tesouro. Num grito de dor que me sofucava a garganta chorei um rio de lágrimas de saudade sabendo que não mais vos voltaria a ver. Acariciada pela lua adormeci de exaustão, entregar-me-ia á Deusa Mãe..."


... – Amor, amor. Acorda amor!
Abri os olhos sentindo ainda no coração o peso da vossa partida e o gosto amargo das lágrimas.
Vi o teu rosto. Sorriste-me:
- Adormeceste á sombra do carvalho...
Num esforço abri ainda mais os olhos. Ali estavas tu e trazias pela mão o nosso tesouro de longos caracóis... abracei-vos com toda a força que tomou conta do meu corpo... Não! Desta vez não vos deixo partir!
- Que se passa? Que tens? –Perguntaste.
- Foi apenas um sonho... Apenas um sonho antigo!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Casa Da Floresta






«Um livro de amor e rebelião, a debruçar-se sobre o enigma do poder feminino, a sabedoria ancestral das mulheres e as suas origens, raízes.»

Dentro dos muros da Casa da Floresta, numa remota região da Bretanha, um círculo secreto de sacerdotisas Druidas preserva os antigos rituais de aprendizagem, cura e magia, contra o Império Romano.
Na sua vizinhança, a jovem Eilan, nascida numa família impregnada pelos conhecimentos dos Druidas, amadurece em direcção à sua plena condição de mulher e ao florescimento duma força interior com a qual dificilmente se atreve a sonhar. Ouve, já, o chamamento da Grande Deusa – e será ela cerimonialmente escolhida como a nova grã-sacerdotisa. Mas antes, Eilan ouve outra voz – a do seu amor pelo jovem romano Gaius Macellius, cuja missão é submeter a sua terra nativa e todos os seus costumes. A guerra que devasta o íntimo de Eilan, que tem de renunciar ao seu amado em favor do seu destino sagrado, espelha a turbulência da sua época... E será apenas ela a poder encontrar o caminho para fora da encruzilhada na qual a sua fé a colocou.

domingo, 16 de outubro de 2011

I Need You Now





Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone cause, I can’t fight it any more.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
Said I wouldn’t come but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.

Another shot of whiskey, can’t stop looking at the door.
Wishing you’d come sweeping in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

It’s a quarter after one, I’m a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn’t call but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.

Yes I’d rather hurt than feel nothing at all.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
And I said I wouldn’t call but I’m a little drunk and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
I just need you now.
Oh baby I need you now.

sábado, 15 de outubro de 2011

Nunca Te Olvidaré





Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.

Puedo morirme mañana.
Puede secarse mi alma,
pero nunca te olvidaré,
pero nunco te olvidaré.

Pueden borrar mi memoria.
Pueden robarme tu historia,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.

Cómo olvidar tu sonrisa.
Cómo olvidar tu mirada.
Cómo olvidar que rezaba
para que no te marcharas.

Cómo olvidar tus locuras.
Cómo olvidar que volabas.
Cómo olvidar que aún te quiero
más que a vivir, más que a nada.

Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.

Puede morirme mañana.
Puede secarse mi alma;
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.

Puedes echarme de tu vida.
Puedes negar que me querías,
pero nunca te olvidaré.
Sabes que nunca te olvidaré.

Cómo olvidar tu sonrisa.
Cómo olvidar tu mirada.
Cómo olvidar que rezaba
para que no te marcharas.

Cómo olvidar tus locuras.
Cómo olvidar que volabas.
Cómo olvidar que aún te quiero
más que vivir, más que a nada.

Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.

Poder Voltar a Conduzir

Que saudades de sentir o carro nas mãos...



... sentir a chuva no pára-brisas...





... a adrenalina da velocidade...




... ou apenas conduzir lentamente...




... abrir o vidro, sentir a brisa, o cheiro da natureza e poder disfrutar da paisagem...



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dias...







Todos os dias são uma luta entre o que quero dizer e o que guardo para mim...
E as palavras que conseguem escapar dos meus lábios não me magoam, mas magoam todos os outros, e é por isso que sei que preciso de uma pausa...
Não sei sequer se sei qual é a causa do desejo de ser o que querem que eu seja, mas verei melhor quando começar a fazer sentido e ouvirei melhor quando os gritos não repetirem tudo o que digo.
Tudo o que resta sou eu e aquilo que sou no fim do dia e isto acontece todos os dias...



 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Music Of The Night





Night-time sharpens,
Heightens each sensation...
Darkness awakes,
And stirs the imagination
Silently the senses
Abandon their defenses...
Helpless to resist the notes I write...
For I compose the music of the night...

Slowly, gently
Night unfurls its splendour...
Grasp it, sense it -
Tremulous and tender...
Turn your face away
From the garish light of day,
Turn your thoughts away
From cold, unfeeling light -
And listen to
The music of the night...

Close your eyes
And surrender to your
Darkest dreams!
Purge your thoughts
Of the life
You knew before!
Close your eyes,
Let your spirit
Start to soar!
And you'll live
As you've never
Lived before...

Softly, deftly,
Music shall caress you...
Hear it, feel it,
Secretly possess you...
Open up your mind,
Let your fantasies unwind,
In this darkness that
You know you cannot fight -
The darkness of
The music of the night

Let your mind
Start a journey through a
Strange, new world!
Leave all thoughts
Of the life
You knew before!
Let your soul
Take you where you
Long to be!
Only then
Can you belong
To me...

Floating, falling,
Sweet intoxication!
Touch me, trust me,
Savour each sensation!
Let the dream begin
Let your darker side give in
To the power of
The music that I write -
The power of
The music of the night...

You alone
Can make my song take flight -
Help me make
The music of the night...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Promessa Do Anjo






Mortes, Rituais, Segredos Milenares, Amores Proibidos, ao longo de uma história que perdurou no tempo…
Uma rocha na costa da Normandia açoitada pelas tempestades, um lugar de cultos primitivos celtas que foi santificado pelos primeiros cristãos: o Mont-Saint-Michel ainda não revelou todos os seus segredos. No início do século XI, os construtores de catedrais ergueram em honra do arcanjo Miguel, guia das almas ao Além, uma enorme abadia.
Mil anos mais tarde, Johanna, uma jovem arqueóloga apaixonada pela Idade Média e encarregue de levar a cabo escavações na célebre abadia beneditina, encontra-se prisioneira de um enigma no qual passado e presente se unem de forma estranha.
Mortes rituais, segredos milenares, amores proibidos do passado que renascem impetuosos no presente. A jovem arqueóloga tem de percorrer um caminho de volta ao passado, que a situa perante uma história que perdurou no tempo à espera do desenlace final, enquanto uma voz nos seus sonhos lhe repete: "Há que escavar na terra para aceder ao céu."


terça-feira, 11 de outubro de 2011

As Palavras Interditas





Os navios existem e existe o teu rosto
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
partem no vento, regressam nos rios.

Na areia branca, onde o tempo começa,
uma criança passa de costas para o mar.
Anoitece. Não há dúvida, anoitece.
É preciso partir, é preciso ficar.

Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram nas esquinas.
Amo-te... E entram pela janela
as primeiras luzes das colinas.

As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas minhas curvas claras.

Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
e estas mãos noturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.

E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.

Eugénio de Andrade