Retalhos da Vida. Passado, Presente e Futuro. Uma Vida a Dois Como Tantas Outras, Mas Especial Porque é a Nossa. Com Imagens de Locais Que Nos Tocam a Alma, Músicas Que Fazem a Nossa Estória, Poesia Que Nos Toca o Coração, Prosa Que Escrevo e Transformo Sentimentos Em Palavras Sublimes. Uma Vida Umas Vezes Comum, Outras Como Uma Estória Repleta de Anjos, Unicórnios Alados, Fantasmas, Demónios, Guerreiros, Bruxas e Grandes Heróis. Uma Vida Repleta de Poesia, Amor, Carinho e Ternura Eternos.
Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Cai Neve Em Nova York
A neve cai tapando as ruas
Num manto corroído cor marfim
Eu sigo só na multidão
P'ra descobrir o homem que há em mim.
Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.
Ando ao acaso pelas ruas da cidade
Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
P'ra me sentir feliz
Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar.
E foi assim que na 42nd Street
Alguém me chama e oferece um cigarrinho.
Muito obrigado amigo não
Não vou fumar
Em Lisboa deixei esse caminho.
Deixei para trás a vida cheia de loucura
Fechei a porta onde não mais quero entrar.
Ando ao acaso pelas ruas da cidade
Assobiando, mãos nos bolsos a sonhar.
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