Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O Código DaVinci





"Um novo mestre do suspense inteligente. Uma aventura empolgante e instigante."

Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.

Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.

Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

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Um código instigante oculto nas obras de Leonardo da Vinci. Uma corrida desesperada através de catedrais e castelos da Europa. Uma verdade espantosa escondida durante séculos e por fim desvendada.

Em Paris a trabalho, Robert Langdon, um simbologista de Harvard, recebe um telefonema urgente tarde da noite. O curador do Louvre foi encontrado assassinado dentro do museu com uma misteriosa mensagem cifrada ao lado do corpo.

À medida que Langdon e uma talentosa criptógrafa francesa, Sophie Neveu, vão decifrando uma por uma as estranhas charadas que se apresentam, surpreendem-se ao descobrir pistas ocultas nas obras de Da Vinci - visíveis a todos porém engenhosamente disfarçadas pelo pintor.

A trama está armada quando Langdon se depara com um dado estarrecedor: o curador morto estava ligado ao Priorado de Sião - uma sociedade secreta verdadeira que já teve como membros Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros.

Langdon percebe que estão no encalço de um espantoso segredo histórico que, ao longo dos séculos, se mostrou ao mesmo tempo esclarecedor e perigoso. Em uma corrida frenética através de Paris e Londres, Langdon e Sophie vêem-se medindo forças com um oponente poderoso e desconhecido que parece prever cada um de seus passos. A menos que decifrem o complicado quebra-cabeças, os segredos do Priorado - e uma antiga verdade altamente perturbadora - estarão perdidos para sempre.

Rompendo com o padrão das histórias de suspense tradicionais, O Código Da Vinci é ao mesmo tempo dinâmico, inteligente e entremeado de detalhes e pesquisas notáveis. Das primeiras páginas à imprevisível conclusão, o celebrado autor Dan Brown revela-se um mestre do gênero.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Temporal de Amor




Quarto Escuro...






Quatro paredes só nossas, a penumbra impera e envolve-nos...

Olhos fechados de escuridão exaltam os sentidos...

Sinto intensamente cheiro da tua pele, as minhas mãos tocam o teu corpo quente e querem abarcar num só gesto tudo resto, a minha boca percorre-te num beijo com sede intemporal...

Num turbilhão de sentires, de sabores ouço o teu gemido percorrer todo o meu corpo, sinto as tuas mãos, a tua sede e ouço o murmurar da tua voz rouca de exaltação...

Apenas um quarto escuro para matar a saudade.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

In To My Arms


Soneto do Escuro





Amor, tenho saudades de outra vida
feita só de mil dias transparentes:
Não te esqueças de mim se vires perdida
esta voz nas palavas mais ausentes.


Porque é perto da morte que escrevemos,
cada verso contém uma ameaça:
e a ternura maior que nos dizemos
é feita de penumbra fria e baça.


Se a voz se dá no verso e na medida
é o medo, meu amor, mais que vontade:
o verso nada pode contra a vida;


sabê-lo é a nossa a nossa liberdade.

É o medo que nos versos esconjuro,
como riso vibrando no escuro!

Luis Filipe Castro Mendes in «366 poemas que falam de amor»
Antologia organizada por Vasco Graça Moura,