Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!


domingo, 25 de setembro de 2011

EU...




Mulher, como todas as mulheres, mulher como uma só mulher, mulher única.
Rompi para a vida, desci para o mundo cedo demais, antes do meu tempo, foi esse o meu tempo e é este o meu tempo.
Decidi como decido tudo. Sou eu, sou dona de mim, dos meus actos, do que vivo.
Penso, ajo, sofro, rio e choro naturalmente...
Caminho em fortes passadas impondo-me sobre o mundo e obrigando-o a aceitar-me e a ter-me como vida sua.
É simuoso o caminho, os passos dolorosos acalmam mas a vida segue frenética ao meu lado...
Teimo em não parar para que ninguém perceba que abrando, sorrio a desvio a mecha de cabelo que cai sobre a minha testa e se une com o suor que me preenche o rosto.
Não páro, não quero parar...
Cansada suspiro e inspiro o mundo, o tempo, e ninguém olha.
Invisivel, respiro e vivo.
Uma lágrima rola, o preço da dor de mais um passo que dou no fervor do caminho ingreme que subo agora...
Mas caminho, caminho sempre, sempre!
Porque a jornada não tem fim e eu não desisto nem páro:

VIVO!

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