Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Cry Me A River






Now you say you're lonely
You cry the long night through
Well, you can cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you

Now you say you're sorry
For being so untrue
Well, you can cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you

You drove me, nearly drove me, out of my head
While you never shed a tear
Remember, I remember, all that you said
You told me love was too plebeian
Told me you were through with me and

Now you say you love me
Well, just to prove that you do
Come on and cry me a river
Cry me a river
I cried a river over you
I cried a river over you
I cried a river...over you...


Quanto, quanto me queres?






Quanto, quanto me queres? - perguntaste
Nuna voz de lamento diluída;
E quanto nos olhos demoraste
A luz dos teus senti a luz da vida.

Nas tuas mãos as minhas apertaste;
Lá fora da luz do Sol já combalida
Era um sorriso aberto num contraste
Com a sombra da posse proibida...

Beijámo-nos, então, a latejar
No infinito e pálido vaivém
Dos corpos que se entregam sem pensar...

Não perguntes, não sei - não sei dizer:
Um grande amor só se avalia bem
Depois de se perder.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Dormi na Praça





Caminhei sozinho
Pela rua
Falei com as estrelas
E com a lua
Deitei no banco da praça
Tentando te esquecer
Adormeci e sonhei com você...

No sonho, você veio
Provocante
Me deu um beijo doce
E me abraçou
E bem na hora "H"
No ponto alto do amor
Já era dia
O guarda me acordou...

Seu guarda
Eu não sou vagabundo
Eu não sou delinquente
Sou um cara carente
Eu dormi na praça
Pensando nela
Seu guarda
Seja meu amigo
Me bata, me prenda
Faça tudo comigo
Mas não me deixe
Ficar sem ela...

No sonho
Você veio provocante
Me deu um beijo doce
E me abraçou
E bem na hora "H"
No ponto alto do amor
Já era dia
O guarda me acordou...

Seu guarda
Eu não sou vagabundo
Eu não sou delinquente
Sou um cara carente
Eu dormi na praça
Pensando nela
Seu guarda
Seja meu amigo
Me bata, me prenda
Faça tudo comigo
Mas não me deixe
Ficar sem ela...

Restaurante O Búzio



O nosso "velho" Búzio...

Havemos de lá voltar, tenho saudades amor meu.















O nosso bifinho




E a fantástica sobremesa









quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Broas de Natal



Apetece-me desmonar a notícia, não porque não encontre mérito aos aflitos pescadores das Caxinas que sobreviveram ao naufrágio do Virgem do Sameiro.

Foram bravos e corajosos, como bravos e corajosos foram os seus salvadores.

O que estranho é que o naufrágio, e o salvamento, ocorreram na mesma semana em que o Fado é entronizado Património Imaterial da Humanidade, coincidentemente há uma série de eventos futebolísticos, e todos os políticos que se prezam enaltecem o "milagre".

Estão reunidos os três efes: Fátima, Futebol e Fado...

À sorrelfa e errando as contas, o Primeiro Ministro admite que afinal sempre há um "balão" orçamental que supera em muito o saque decidido para o 13º mês dos trabalhadores.

Entretanto vem a lume o real valor do tal balão, que supera os três mil milhões de euros.

Também veio a lume o real destino de tal "balão" - os laboratórios farmacêuticos e a banca!

Os laboratórios farmacêuticos, porque todos sabemos como são bonzinhos para o povo, zelando pela sua saúde com medicamentos muito caros impingidos a quem não tem como pagá-los, os tais pensionistas e reformados que andam a cortar nas despesas da farmácia.
Ora agora ficam sem uma parcela do subsídio de natal que é para aprenderem.

O resto do dinheiro vai para a banca, porque é preciso financiar a economia e a economia é a banca... Dahhh! É preciso injectar o nosso dinheiro nos bancos para que os bancos possam emprestar-nos o mesmo dinheiro, mas com juros muito altos.

Posto isto não me restam dúvidas que o tal balão é a final um balão de oxigénio, que é como quem diz, cortam-nos o ar para oxigenar a besta!

São as broinhas de Natal. Dá-as Deus a quem não tem dentes...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Love Theme




Blade Runner





Sinopse

No início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte. A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Harrison Ford) é encarregado de caçá-los.