Retalhos da Vida. Passado, Presente e Futuro. Uma Vida a Dois Como Tantas Outras, Mas Especial Porque é a Nossa. Com Imagens de Locais Que Nos Tocam a Alma, Músicas Que Fazem a Nossa Estória, Poesia Que Nos Toca o Coração, Prosa Que Escrevo e Transformo Sentimentos Em Palavras Sublimes. Uma Vida Umas Vezes Comum, Outras Como Uma Estória Repleta de Anjos, Unicórnios Alados, Fantasmas, Demónios, Guerreiros, Bruxas e Grandes Heróis. Uma Vida Repleta de Poesia, Amor, Carinho e Ternura Eternos.
Não somos nada. Não somos ninguém... devemos olhar a vida de frente, vive-la da forma que gostamos, da forma que nos sentimos melhor, jamais criticar o outro, por isto ou aquilo banalmente. Cada um de nós é um ser individual, com gostos muitos pessoais, peculiares ou mesmo extravagantes que sejam mas são unicamente nossos e de mais ninguém. Olhemos para nós, para dentro do nosso ser e sejamos nós próprios sem gastar tempo e animo a ver e criticar os pseudo-defeitos dos outros ao invés de assumir que também nós temos defeitos como todos os outros. Eu sou o que sou, sou quem sou, apenas uma mulher que aqui se espelha, que gosta de tudo o que aqui fixa e se assume assim, tal e qual como é e como se sente. Eu sou isto, eu sou o que aqui lêem, tudo o que aqui vêem e tudo o que aqui ouvem. E sou ainda muito mais... Mas este espaço só é digno de alguns... Só é digno de quem se olha no espelho , reconhece os seus defeitos e sabe respeitar os outros... Boa Viagem!
domingo, 16 de outubro de 2011
I Need You Now
Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone cause, I can’t fight it any more.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
Said I wouldn’t come but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Another shot of whiskey, can’t stop looking at the door.
Wishing you’d come sweeping in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It’s a quarter after one, I’m a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn’t call but I lost all control and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
Yes I’d rather hurt than feel nothing at all.
It’s a quarter after one, I’m all alone and I need you now.
And I said I wouldn’t call but I’m a little drunk and I need you now.
And I don’t know how I can do without, I just need you now.
I just need you now.
Oh baby I need you now.
sábado, 15 de outubro de 2011
Nunca Te Olvidaré
Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.
Puedo morirme mañana.
Puede secarse mi alma,
pero nunca te olvidaré,
pero nunco te olvidaré.
Pueden borrar mi memoria.
Pueden robarme tu historia,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.
Cómo olvidar tu sonrisa.
Cómo olvidar tu mirada.
Cómo olvidar que rezaba
para que no te marcharas.
Cómo olvidar tus locuras.
Cómo olvidar que volabas.
Cómo olvidar que aún te quiero
más que a vivir, más que a nada.
Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.
Puede morirme mañana.
Puede secarse mi alma;
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.
Puedes echarme de tu vida.
Puedes negar que me querías,
pero nunca te olvidaré.
Sabes que nunca te olvidaré.
Cómo olvidar tu sonrisa.
Cómo olvidar tu mirada.
Cómo olvidar que rezaba
para que no te marcharas.
Cómo olvidar tus locuras.
Cómo olvidar que volabas.
Cómo olvidar que aún te quiero
más que vivir, más que a nada.
Pueden pasar tres mil años.
Puedes besar otros labios,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré,
pero nunca te olvidaré.
Poder Voltar a Conduzir
Que saudades de sentir o carro nas mãos...
... sentir a chuva no pára-brisas...
... a adrenalina da velocidade...
... ou apenas conduzir lentamente...
... abrir o vidro, sentir a brisa, o cheiro da natureza e poder disfrutar da paisagem...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Dias...
Todos os dias são uma luta entre o que quero dizer e o que guardo para mim...
E as palavras que conseguem escapar dos meus lábios não me magoam, mas magoam todos os outros, e é por isso que sei que preciso de uma pausa...
Não sei sequer se sei qual é a causa do desejo de ser o que querem que eu seja, mas verei melhor quando começar a fazer sentido e ouvirei melhor quando os gritos não repetirem tudo o que digo.
Tudo o que resta sou eu e aquilo que sou no fim do dia e isto acontece todos os dias...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Music Of The Night
Night-time sharpens,
Heightens each sensation...
Darkness awakes,
And stirs the imagination
Silently the senses
Abandon their defenses...
Helpless to resist the notes I write...
For I compose the music of the night...
Slowly, gently
Night unfurls its splendour...
Grasp it, sense it -
Tremulous and tender...
Turn your face away
From the garish light of day,
Turn your thoughts away
From cold, unfeeling light -
And listen to
The music of the night...
Close your eyes
And surrender to your
Darkest dreams!
Purge your thoughts
Of the life
You knew before!
Close your eyes,
Let your spirit
Start to soar!
And you'll live
As you've never
Lived before...
Softly, deftly,
Music shall caress you...
Hear it, feel it,
Secretly possess you...
Open up your mind,
Let your fantasies unwind,
In this darkness that
You know you cannot fight -
The darkness of
The music of the night
Let your mind
Start a journey through a
Strange, new world!
Leave all thoughts
Of the life
You knew before!
Let your soul
Take you where you
Long to be!
Only then
Can you belong
To me...
Floating, falling,
Sweet intoxication!
Touch me, trust me,
Savour each sensation!
Let the dream begin
Let your darker side give in
To the power of
The music that I write -
The power of
The music of the night...
You alone
Can make my song take flight -
Help me make
The music of the night...
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
A Promessa Do Anjo
Mortes, Rituais, Segredos Milenares, Amores Proibidos, ao longo de uma
história que perdurou no tempo…
Uma rocha na costa da Normandia açoitada pelas tempestades, um lugar de
cultos primitivos celtas que foi santificado pelos primeiros cristãos: o
Mont-Saint-Michel ainda não revelou todos os seus segredos. No início do século
XI, os construtores de catedrais ergueram em honra do arcanjo Miguel, guia das
almas ao Além, uma enorme abadia.
Mil anos mais tarde, Johanna, uma jovem arqueóloga apaixonada pela Idade Média e encarregue de levar a cabo escavações na célebre abadia beneditina, encontra-se prisioneira de um enigma no qual passado e presente se unem de forma estranha.
Mortes rituais, segredos milenares, amores proibidos do passado que renascem impetuosos no presente. A jovem arqueóloga tem de percorrer um caminho de volta ao passado, que a situa perante uma história que perdurou no tempo à espera do desenlace final, enquanto uma voz nos seus sonhos lhe repete: "Há que escavar na terra para aceder ao céu."
Mil anos mais tarde, Johanna, uma jovem arqueóloga apaixonada pela Idade Média e encarregue de levar a cabo escavações na célebre abadia beneditina, encontra-se prisioneira de um enigma no qual passado e presente se unem de forma estranha.
Mortes rituais, segredos milenares, amores proibidos do passado que renascem impetuosos no presente. A jovem arqueóloga tem de percorrer um caminho de volta ao passado, que a situa perante uma história que perdurou no tempo à espera do desenlace final, enquanto uma voz nos seus sonhos lhe repete: "Há que escavar na terra para aceder ao céu."
terça-feira, 11 de outubro de 2011
As Palavras Interditas
Os navios existem e existe o teu rosto
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
partem no vento, regressam nos rios.
Na areia branca, onde o tempo começa,
uma criança passa de costas para o mar.
Anoitece. Não há dúvida, anoitece.
É preciso partir, é preciso ficar.
Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram nas esquinas.
Amo-te... E entram pela janela
as primeiras luzes das colinas.
As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas minhas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
e estas mãos noturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.
Eugénio de Andrade
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
partem no vento, regressam nos rios.
Na areia branca, onde o tempo começa,
uma criança passa de costas para o mar.
Anoitece. Não há dúvida, anoitece.
É preciso partir, é preciso ficar.
Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram nas esquinas.
Amo-te... E entram pela janela
as primeiras luzes das colinas.
As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas minhas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
e estas mãos noturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.
Eugénio de Andrade
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